quarta, 24 julho 2019
Hugo Galhofas

Hugo Galhofas

URL do Sítio:

A Srª Lidia é uma artesã com um vasto leque de Produtos/Técnicas, pois produz peças recorrendo à utilização de diversos materiais.

A sua imaginação vai desde a pintura em vidro até a produtos feitos em papel.

Ainda teve algumas aulas de pintura, mas recorre normalmente á sua imaginação.

Esta artesã não vende os seus produtos, pois são feitos essencialmente para passar o tempo.

Nascido a 20 de Setembro de 1931, conhecido entre os amigos e a polulação da Granja em geral pelo Sr. Zé da Moca, adquiriu o gosto pela arte de construir cadeiras de madeira com assento em buinho, através de seu sogro, uma arte a que dedica várias horas do seu tempo.

Todo o processo artesanal passa pelas mãos deste Artesão, desde a recolha do buinho (Utilizado para o assento) até a própria transformação da madeira (Estrutura da cadeira).

Para adquirir os produtos contactar o próprio

José do Carmo Ricardo "Zé da Moca"

Rua Pedro Piteira, 37

Granja 7240-012

Telef.: 266 577 319

 

 

O artesanato é uma das muitas manifestações de arte existentes, permitindo a valorização e promoção da cultura tradicional de um País. Por meio de objectos genuínos podemos reencontrar a autenticidade das tradições portuguesas.

Na Granja, tal como na maioria das zonas alentejanas, a actividade artesanal tem vindo, ao longo dos tempos, a perder-se ou descaracterizar-se.

Resistindo apenas os mais dedicados artesãos, representados na Granja, entre outros, resistem ainda os fabricantes de cadeiras de buinho, cestos e esteiras, rendas e bordados, artigos em cerâmica e peles e curtumes.

A comercialização destes produtos é feita através de venda directa ao cliente.

   
 José do Carmo Ricardo
Cadeiras
 Lidia Maria Lucas Correia
Pinturas
Manuel Vitor Neves Lavado
Trabalhos em Madeira
     
Maria João Branco
Pintura em Tecido/Madeira
Maria Palmira Manso Alves Bação
Gessos / Arranjos Florais / Marfinites
Mariana Pica Correia
Flores de Massa / Arranjos
     
Maria São João Casimiro Pires
Pintura
Joaquim Bonito Valadas
Artigos em Pele
Francisca Nunes
Pinturas

nature

Publicado em Textos 0

As terras do grande lago de alqueva são o testemunho vivo de uma profunda transformação territorial. Outrora sedentas de água elas vivem hoje rodeadas de um azul profundo.

Terras antes sofridas, habitadas por gentes enrugadas ao sol. Gentes hoje firmes na lembrança do que foi, mas amadurecendo o fruto de um sonho real pleno de possibilidades. Com a mesma persistência em esperança renovada.

A barragem de Alqueva oferecem ao visitante sensações únicas. Na calma serena de uma nova paisagem alagada de vida.

Nas terras do Grande Lago a vida renasce.

venha Senti-la.

Turismo Taurino

A herdade da Galeana, situada no concelho de Mourão, freguesia da Granja, encontra-se numa região denominada margem esquerda do rio Guadiana; esta região é, provavelmente, das mais preservadas de Portugal e oferece aos seua visitantes inúmeros locais de interesse turístico.

Em toda esta região, chamada Alentejo profundo, se pode desfrutar de pequenas aldeias brancas que souberam manter a traça original e oferecem, entre outras coisas, uma gastronomia regional riquíssima baseada em produtos animais e ervas aromáticas autóctones.

A herdade da Galeana abre as suas portas ao que se chama turismo taurino. Pela beleza da sua paisagem natural e o enquadramento do toiro bravo no seu habitat natural, apresenta umas condições únicas para este efeito.

Grupos de visitantes são transportados em reboques preparados e com total segurança, para visitar a ganadaria.

Além de lotes de vacas com os sementais, podem ver-se os toiros de muito perto, constituindo um espectáculo emocionante.

O programa consta basicamente de:

•Aperitivo de boas vindas 10:30 h (breve explicação de onde se está, o que se faz e como se faz);

•Início do passeio à herdade e observação dos toiros 11:00 h

•Almoço típico num antigo celeiro 14:00 h

•Fim da visita 17:00 h

Em época de tentaderos, podem os mesmos constar do programa.

 

* Fotos e Texto: www.murteiragrave.com.pt

Monte de GaleanaFerroPôr do Sol na Galeana Campo Bravo

Estas chaminés cilíndricas, vestígios que mantêm viva a passagem da cultura Árabe por este local, sobressaem nos telhados de algumas casas. Nesse tempo, o tamanho das mesmas representava o estatuto social do seu proprietário.

Ao longo dos tempos muitas foram sendo demolidas, perdendo-se, assim, um pouco do legado histórico da Freguesia.

A data exacta da edificação desta ermida é uma incógnita, apesar de ser do conhecimento geral que em 1596 esta já existia, dado que nesse ano era seu ermitão André Luís.

Construída de alvenaria em pobre traça arquitectónica foi, em 1789, alvo de uma profunda remodelação. Esta obra, realizada com o total consentimento do Arcebispo D. Frei Joaquim Xavier Botelho de Lima, deu á capela a sua actual configuração.

 

 

Desconhece-se a época em que foi fundada esta igreja, embora se pense que remonta aos fins do Século XVI. O povoado onde está inserida sofreu diversas incursões durante o período em que decorreu a Guerra da restauração, as quais teriam levado á perda dos tombos manuscritos da história aqui guardados.

Importantes obras foram depois realizadas neste templo, alterando por completo o aspecto primitivo que até então tinha.

No entanto, já no decurso do Século XIX teria sido profanada e transformada em mercado público e celeiro da Junta de Freguesia.

Nos dias de hoje, o edifício funciona como centro de dia para Idosos.

 

Quando foi construída no século XIV, a igreja de S. Brás pertencia aos hospitalários de S. João de Acre, passando mais tarde, como capela curada, para a ordem de Avis, cuja comenda estava, no ano de 1534, anexada á matriz de Mourão.

Este templo primitivo gótico viria a ser totalmente refeito nos finais do Século XVI, por ordem de D. Teotónio de Bragança. No início do século XVII, altura em que ficou concluído, foi construído o altar da Nossa Senhora das Neves e os Portais da Igreja. Estes últimos são obra do mestre canteiro estremocense Pedro Alvarez Moniz. No século XVIII, o interior foi enriquecido com os frescos da capela-mor e com altares de talha policroma.

Na década de 60 sofreu importantes reparações, conservando hoje os seus traços arquitectónicos. Túlio Espanca, numa das suas inúmeras obras, alude á “majestade na distribuição das cinco capelas que a compõem, iluminadas em doce colaboração de pinturas murais seiscentistas”.

Nas fachadas axial e lateral é possível distinguir, apesar de ligeiras alterações, a traça barroca filipina e clássica. Na parte norte existe uma janela gradeada que ilumina o acesso á torre, na fracção este foi colocada uma porta com seis degraus semicirculares em cimento e na sul um portal em mármore de cornija muito saliente.

A sua frontaria, orientada ao pôr-do-sol, é flanqueada por robustas pilastras, alteando-se do seu lado norte, a torre sineira quadrada, guarnecida de pináculos flamejantes.

Um janelão simples e um pórtico inserem-se num frontão triangular com cruz, também em mármore, ladeado por colunas dóricas e por uma parede lateral, onde sobressai um Escudo da Casa Bragança, colocado abaixo de uma cruz da ordem de Avis. No lado norte da frontaria ergue-se uma torre quadrada com quatro olhais, de remate piramidal, onde estão instalados três sinos fundidos.

O interior, muito bem iluminado, tem uma nave de planta rectangular com cinco tramos reforçados por pilastras de alvenaria caiada. O altar de Santo António, único no templo, eleva-se em frente ao púlpito, em madeira entalhada sobre repisa de mármore. Neste espaço único podem encontrar-se na cabeceira, cinco capelas, sendo a capela-mor de planta rectangular, e tecto de meio canhão coberto por frescos, o seu mais digno exemplar.

Dois retábulos, um no altar-mor e um retábulo filipino alusivo ás almas do purgatório, marcam presença neste templo cristão. O baptistério, com abertura interior em abóbada, é todo pavimentado em lajeado de xisto com sepulturas anepigrafadas.

Uma taça circular de mármore, com base de balaústre quadrado, ocupa o centro deste espaço religioso.

Pintura no Interior

A paisagem desta freguesia retrata, de forma simples e quase precisa, a natureza e o modo de vida da sua população, apresentando alguns dos traços predominantes na região alentejana. A potencialidade dos seus vastos recursos naturais, culturais, cinegéticos, aliados á sua riqueza patrimonial, fazem da Granja um local de forte atracção turística. Entre o património monumental testemunho das suas gerações ancestrais, destaca-se:

 

Igreja de S. Brás Igreja da Misericórdia Ermida de S. Sebastião

Igreja de S. Brás

Igreja da Misericórdia

Ermida de S. Sebastião

     
Chaminés Mouriscas  Ganadaria Murteira Grave Barragem de Alqueva

Chaminés Mourisca

 Ganaderia Brava

Murteira Grave

Lago de Alqueva